quarta-feira, 9 de maio de 2012

FILME: ESCRITORES DA LIBERDADE

SINOPSE

Hilary Swank, duaz vezes premiada com o Oscar, atua nessa instigante história, envolvendo adolescentes criados no meio de tiroteios e agressividade, e a professora que oferece o que eles mais precisam: uma voz própria. Quando vai parar numa escola corrompida pela violência e tensão racial, a professora Erin Gruwell combate um sistema deficiente, lutando para que a sala de aula faça a diferença na vida dos estudantes. Agora, contando suas próprias histórias, e ouvindo as dos outros, uma turma de adolescentes supostamente indomáveis vai descobrir o poder da tolerância, recuperar suas vidas desfeitas e mudar seu mundo. Com eletrizantes performances de um elenco de astros, incluindo Scott Glenn (Dia de Treinamento), Imelda Stauton (Harry Potter e a Ordem da Fênix) e Patrick Dempsey (Grey's Anatomy), ganhador do Globo de Ouro. Escritores da Liberdade é basedo no aclamado best-seller O Diário dos Escritores da Liberdade.

FONTE:
http://www.interfilmes.com/filme_16856_escritores.da.liberdade.html




INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Título: Escritores da Liberdade; Título Original: Freedom Writers;
País de origem: Alemanha/EUA;
Gênero: Drama;
Classificação Etária: Livre;
Tempo de Duração: 122 minutos;
Ano de Lançamento: 2007
Estúdio/Distribuição: UIP;
Direção: Richard La Gravenese;
Produção: Danny de Vito, Michael Shamberg e Stacey Sher;
Elenco: Hilary Swank (Erin Gruwell), a professora;
Patrick Dempsey (Scott Casey);
Scott Glen (Steve);
Imelda Staunton (Margaret Campbell);
April L. Hernandez (Eva);
Kristin Herrera (Gloria);
Jacklyn Ngan (Sindy);
Sergio Montalvo: (Alejandro);
Jason Finn (Marcus);
Deance Wyatt (Jamal);
Vanetta Smith (Brandy);
Gabriel Chavarria (Tito);
Hunter Parrish (Ben);
Antonio Garcia (Miguel);
Mario Barret (André Bryant);
Giovonnie Samuels (victoria).



 RESENHA CRÍTICA

O filme é baseado numa história real, estrelado pela premiada atriz Hilary Swank, que interpreta a personagem da professora Erin Gruwell, uma mulher cheia de sonhos e ideais, que acaba se deparando com uma dura realidade ao enfrentar a turma 203, uma turma de ensino médio. A professora Erin é novata na Instituição de Ensino, foi contratada para lecionar Língua Inglesa e Literatura. Todos os alunos eram problemáticos com históricos de muita violência, rejeição, drogas, entre outros. A turma chamava a professora de Senhora G, esta teve a idéia de aplicar em sala de aula a leitura do livro “O Diário de Anne Frank”. Depois disso, distribuiu em sala cadernos para que os alunos elaborassem a construção de seus próprios diários, onde os adolescentes relatariam suas experiências, sonhos, metas e frustrações.

A professora promoveu viagens culturais, visita ao Museu do Holocausto, comprou livros para estimular a leitura entre os alunos. Estes conseguiram trazer até a escola a Senhora Miep Gies (protetora de Anne Frank durante o holocausto), e esta senhora deu uma palestra aos alunos sobre os fatos ocorridos durante a 2.ª Guerra Mundial.
A Senhora G, não tinha nenhum apoio, trabalhava em três empregos para que pudesse fazer a diferença entre estes excluídos da sociedade, e deu-lhes a oportunidade de publicar seus escritos através do livro “Escritores da Liberdade” (1999), assim sendo, tiveram a chance de influenciar muitas Instituições de Ensino espalhadas por todo o País.
A professora nada teria conseguido com aquele grupo de delinqüentes sem um verdadeiro sentimento, sem o interesse e o compromisso. Palavras da professora quando conversa pela primeira vez com a vice-diretora: “Eu pensava em estudar direito, aí eu pensei...Quando estiver defendendo um jovem no tribunal a batalha estará perdida!!! Acho que a luta verdadeira deve acontecer aqui na sala de aula”.
Assim como a professora G, muitos professores espalhados pelo mundo, que se entregam fisicamente, emocionalmente e também financeiramente, encontram dificuldades sem o apoio dos dirigentes, sejam de instâncias menores ou maiores no meio “político-educacional”. Profissionais desta categoria sempre esbarram com diversas batalhas, porque as políticas educacionais ainda são resistentes demais para acompanharem as idéias, as diferenças e inovações do profissional que realmente quer uma transformação social-cultural-emocional em sala de aula.
Enfim, a história mostra adolescentes sem esperança alguma, mas no momento em que passaram a conviver com a Senhora G, eles mudam suas vidas, abrem-se seus ângulos de visão de mundo, porque esses alunos perceberam que diante dos terrores vividos pelos judeus nesta 2.ª Guerra Mundial, o quanto eram pequenas suas atitudes e suas dificuldades. Os alunos foram praticamente moldados e transformados, creio que foi um “milagre”.
MARTA SONIA MACHADO TURMA B/2011

  

quinta-feira, 3 de maio de 2012

FOTOGRAFIA ANTIGA

Mãe Migrante em Nipomo, Califórnia - 1936 (Dorothea Lange/Library of American Congress    


Mãe Migrante em Nipomo, Califórnia - 1936 (Dorothea Lange/Library of American Congress

Mãe Migrante em Nipomo, Califórnia - 1936 (Dorothea Lange/Library of American Congress.            


   Na história da fotografia, muitas mulheres foram pioneiras e uma das mais importantes foi a americana Dorothea Lange (1895-1965). Lange se notabilizou nos anos 1930, quando fez parte da equipe de fotógrafos da Farm Security Administration*.
A obra de Lange se confunde com o fotodocumentarismo social e uma de suas imagens, Mãe Migrante (1936), um ícone da Grande Depressão, sempre figura nas listas de mais importantes de todos os tempos.
Lange era filha de imigrantes alemães e nasceu em Nova York. Nos anos 1920, tinha um estúdio em São Francisco e uma vida estabilizada com marido e filhos. Com a Grande Depressão no auge, após a quebra das bolsas de valores de Nova York, Lange trocou o estúdio pela fotografia de rua e percorreu mais de 20 estados americanos registrando a pobreza que assolava o interior naquela época.
Nos anos 1940, ela documentou os campos de internação para japoneses nos Estados Unidos e continuou fazendo ensaios documentais para revistas como a Life e Aperture.
Este post do Sobre Imagens mostra fotos do Hulton Archive, da coleção Time & Life e da Biblioteca do Congresso Americano. Em especial, destaco algumas variações da clássica foto Mãe Migrante que nos fornecem mais informações sobre o ambiente em que vivia a família na cidade de Nipomo, Califórnia.
Em 2008, a rede de televisão CNN fez uma reportagem com Katherine McIntosh, a garota que descansa no ombro da mãe (Foto 3). Na época com 4 anos, Katherine ainda lembra de Dorothea Lange perguntando para sua mãe se poderia fotografar a família.
* Farm Security Administration = Orgão criado em 1935, pelo presidente americano Franklin Roosevelt, para ajudar a população de áreas rurais que foram afetadas pela Grande Depressão de 1929. A FSA existiu até 1949 e, para documentar a vida das famílias e cidades, teve uma divisão fotográfica onde se formaram alguns profissionais que se tornariam clássicos, como Walker Evans, Carl Mydans, Gordon Parks e a própria Dorothea Lange. O acervo da FSA é considerado um dos mais importantes registros da vida americana do começo do século XX.
FONTE: