SINOPSE
FONTE:
http://www.interfilmes.com/filme_16856_escritores.da.liberdade.html
INFORMAÇÕES
TÉCNICAS
Título:
Escritores da Liberdade; Título Original: Freedom Writers;
País
de origem: Alemanha/EUA;
Gênero:
Drama;
Classificação
Etária: Livre;
Tempo
de Duração: 122 minutos;
Ano
de Lançamento: 2007
Site
oficial: http://www.freedomwriters.com;
Estúdio/Distribuição:
UIP;
Direção:
Richard La Gravenese ;
Produção: Danny de Vito,
Michael Shamberg e Stacey Sher;
Elenco: Hilary Swank
(Erin Gruwell), a professora;
Patrick Dempsey (Scott Casey);
Scott Glen (Steve);
Imelda Staunton (Margaret
Campbell);
April L. Hernandez (Eva);
Kristin Herrera (Gloria);
Jacklyn Ngan (Sindy);
Sergio
Montalvo: (Alejandro);
Jason
Finn (Marcus);
Deance Wyatt (Jamal);
Vanetta Smith (Brandy);
Gabriel
Chavarria (Tito);
Hunter
Parrish (Ben);
Antonio
Garcia (Miguel);
Mario
Barret (André Bryant);
Giovonnie
Samuels (victoria).
O
filme é baseado numa história real, estrelado pela premiada atriz Hilary Swank,
que interpreta a personagem da professora Erin Gruwell, uma mulher cheia de
sonhos e ideais, que acaba se deparando com uma dura realidade ao enfrentar a
turma 203, uma turma de ensino médio. A professora Erin é novata na Instituição
de Ensino, foi contratada para lecionar Língua Inglesa e Literatura. Todos os alunos
eram problemáticos com históricos de muita violência, rejeição, drogas, entre
outros. A turma chamava a professora de Senhora G, esta teve a idéia de aplicar
em sala de aula a leitura do livro “O Diário de Anne Frank”. Depois disso,
distribuiu em sala cadernos para que os alunos elaborassem a construção de seus
próprios diários, onde os adolescentes relatariam suas experiências, sonhos,
metas e frustrações.
A
professora promoveu viagens culturais, visita ao Museu do Holocausto, comprou
livros para estimular a leitura entre os alunos. Estes conseguiram trazer até a
escola a Senhora Miep Gies (protetora de Anne Frank durante o holocausto), e
esta senhora deu uma palestra aos alunos sobre os fatos ocorridos durante a 2.ª
Guerra Mundial.
A
Senhora G, não tinha nenhum apoio, trabalhava em três empregos para que pudesse
fazer a diferença entre estes excluídos da sociedade, e deu-lhes a oportunidade
de publicar seus escritos através do livro “Escritores da Liberdade” (1999),
assim sendo, tiveram a chance de influenciar muitas Instituições de Ensino
espalhadas por todo o País.
A
professora nada teria conseguido com aquele grupo de delinqüentes sem um
verdadeiro sentimento, sem o interesse e o compromisso. Palavras da professora
quando conversa pela primeira vez com a vice-diretora: “Eu pensava em estudar direito, aí eu pensei...Quando estiver defendendo
um jovem no tribunal a batalha estará perdida!!! Acho que a luta verdadeira
deve acontecer aqui na sala de aula”.
Assim
como a professora G, muitos professores espalhados pelo mundo, que se entregam
fisicamente, emocionalmente e também financeiramente, encontram dificuldades
sem o apoio dos dirigentes, sejam de instâncias menores ou maiores no meio
“político-educacional”. Profissionais desta categoria sempre esbarram com
diversas batalhas, porque as políticas educacionais ainda são resistentes
demais para acompanharem as idéias, as diferenças e inovações do profissional
que realmente quer uma transformação social-cultural-emocional em sala de aula.
Enfim,
a história mostra adolescentes sem esperança alguma, mas no momento em que
passaram a conviver com a Senhora G, eles mudam suas vidas, abrem-se seus
ângulos de visão de mundo, porque esses alunos perceberam que diante dos
terrores vividos pelos judeus nesta 2.ª Guerra Mundial, o quanto eram pequenas
suas atitudes e suas dificuldades. Os alunos foram praticamente moldados e
transformados, creio que foi um “milagre”.
MARTA SONIA MACHADO TURMA B/2011



